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21 dezembro 2011

The Ventures - 10th Anniversary Album 1970



Mais um discão dos The Ventures, contendo versões de BJ Thomas, Beatles, e muito mais, é só olhar a capa pra ter uma idéia do som desse LP. Aproveitem!

O Colecionador de Discos

17 dezembro 2011

The Ventures - Beach Party and Gonig to The VEntures Dance Party -1962


Esse discão que na versão em CD virou um só na verdade é uma compilação de dois LPs de 1962 desse ótimo grupo instrumental e,contém deliciosas versões para "Lucille" e "Poison Ivy" imperdível!

O Colecionador de Discos

01 dezembro 2011

The Ventures - Guitar Freakout 1967






Mais um discão dos The Ventures de 1967,contém além da faixa-título "Paper Airplane", aproveitem!


O Colecionador de Discos

07 novembro 2011

The Ventures - Bobby Vee Meets The Ventures 1962


Esse é um dos poucos discos com músicas cantadas dos The Ventures, nesse caso cantadas por Bobby Vee,é um disco em parceria, e pra variar muito bom! Curtam!

O Colecionador de Discos

18 outubro 2011

The Ventures - Twist With The Ventures 1962


Então pessoal vou postar mais alguns LP´s dos The Ventures, em breve!  Esse é mais um disco pra dançar muito! Aproveitem!

O Colecionador de Discos

03 outubro 2011

Roberto Carlos - Louco Por Você 1961


Esse é o mais raro disco do "Rei", sendo retirado do mercado logo após o lançamento, por determinação do mesmo, pois julgava ele ser, muito parecido com Wilson Simonal, tirem suas conclusões! 
Esse disco é cortesia de "Abracadabra 2" (Link em amigos e parceiros).
Segue a lista de faixas:


01 - Não é por mim (Carlos Imperial - Fernando César)
02 - Olhando estrelas [Look for a star] (Mark Anthony, adapt: Paulo Rogério)
03 - Só você (Edson Ribeiro - Renato Côrte Real)
04 - Mr. Sandman (Pat Ballard, adapt: Júlio Nagib
05 - Ser bem (Carlos Imperial)
06 - Chore por mim [Cry me a river] (Arthur Hamilton, adapt: Júlio Nagib)
07 - Louco por você [Careful, careful] (Paul Vance - Lee Pockriss, adapt: Carlos Imperial)
08 - Linda (Bill Caesar, adapt: Carlos Imperial)
09 - Chorei (Carlos Imperial)
10 - Se você gostou (Carlos Imperial - Fernando César)
11 - Solo per te (A. Minco, adapt: Renato Côrte Real
12 - Eternamente [Forever)] (Bob Marcucci - Peter Angelis, adapt: Carlos Imperial)



DOWNLOAD

O Colecionador de Discos

11 julho 2011

The Ventures - $1.000.000 Wekend 1967



The Ventures é uma banda instrumental estadunidense formada inicialmente como The Versatones em 1958 por Bob Bogle e Don Wilson, em TacomaWashington.
É conhecida por seus clássicos Walk Don't RunSurf RiderJourney To The StarDriving GuitarsYellow Jacket e Bumble Bee Twist.
A banda começou de maneira independente, tocando em pequenos bares. Em 1959, Nokie Edwards (guitarra baixo) e Skip Moore (bateria) entraram para a banda. Na época, compuseram e gravaram "Walk Don't Run", um de seus maiores sucessos, mas nenhuma gravadora se interessou pelo som. A solução encontrada foi fundar uma pequena gravadora, a "Blue Horizon Records", patrocinados pela mãe de Don Wilson. Trabalhando como seus próprios produtores, gravaram a música em formato single em vinil de 45 rpm e começaram a se auto-promover.
A Banda produziu mais de 200 álbuns em CD, 250 álbuns em formato LP e 150 (45rpm) compactos. Mais de 110.000.000 de unidades vendidas. 40.000.000 somente no Japão (Leia mais...)


Neste ótimo LP encontra-se a belíssima "Sealed With a Kiss", conhecida nos anos 90 pela gravação da dupla Luan & Vanessa sob o título 4 Semanas de Amor.

O Colecionador de Discos

06 julho 2010

Gilberto Reis - 1973


Atendendo a solicitação do nosso amigo Edson, aí vai o Compacto de Gilberto Reis, contendo:


Lado A - Não Tenho Culpa de Não Gostar de Você
Lado B - Alguem Falou Seu Nome



Encontrando algo mais dele, disponibilizo aqui!

O Colecionador de Discos

04 junho 2010

Leno e Lilian - Não Acredito 1967



Detalhe para a produção da capa, primeira linha da CBS,segue a Lista de Faixas deste Raro LP:
01. Não Acredito
02. Um Novo Amor Surgirá
03. Ouçam Todos
04. Parem Tudo
05. Resta Esperar
06. Não Vai Passar
07. Sua Lembrança
08. Não Vou Mais Pensar Em Você
09. O Mentiroso
10. Nem Mesmo Em Sonho
11. A Mania Que Eu Tenho
12. Coisinha Estúpida


O Colecionador de Discos

Diana - 1972



Disco mais conhecido de Diana, um clássico da música romantica no período da Jovem Guarda, é repleto de sucessos, vale a pena!


O Colecionador de Discos

Leno - Antologia 68 - 70 / Aquelas Canções 1995



Bootleg do Leno, Gravado entre 68 e 70 refletindo uma fase onde ele estava muito ligado ao Raul Seixas, contendo até mesmo faixas regravadas de Raulzito e os Panteras... é Raro e Imperdível!
Contribuição: Sucessos que marcaram .

Faixas:
01. Aquela Canção
02. Sha-La-La - Com Raulzito Seixas
03. Eu Não Existo Sem Você
04. É Bom Estar Em Natal Mais Uma Vez
05. Chegou, Sorriu, Gostei - Wanderléa E Leno
06. A Pobreza - Com Renato E Seus Blue Caps E Lafayette
07. Papel Picado - Com Golden Boys
08. Quando O Sol Brilhar
09. Então Você Vai Sorrir - Com Golden Boys
10. Não Se Esqueça Desse Bobo
11. A Festa Dos Seus 15 Anos
12. Um Minuto Mais
13. Febre
14. O Parque
15. Me Deixa Em Paz
16. Alcance-me - Com Golden Boys
17. Guarde Seu Amor
18. Meu Sentimental Amigo
19. Quando Você Me Deixou
20. O Fim Do Mundo
21. Corina Corina
22. Eu Te Amo Ainda
23. Garotinha
24. O Jardineiro (Hoje Tudo Acabou) - Com Ed Wilson
25. A Última Vez Que Eu Vi Rosane
26. La Povertá (A Pobreza) - Com Renato E Seus Blue Caps E Lafayette - Bonus Track


O Colecionador de Discos

Golden Boys - Fumacê 1970


Discão contendo "O Cabeção", "Fumacê" e "Quero Voltar pra Bahia" sucesso de Paulo Diniz, aproveitem!


O Colecionador de Discos

Golden Boys - Alguém na Multidão 1966



Só a faixa-título deste LP já vale o disco todo, pra re-ouvir e curtir muito!


O Colecionador de Discos

14 maio 2010

Leno - Vida e Obra de Johnny McCartney 1971


Raro, e incrível esse LP... aproveitem, e reparem como "Convite pra Angela" tem praticamente a mesma melodia de "Sapato 36" gravada anos depois por Raul Seixas.

Segue texto de Ricardo Schott, publicado em seu site discotecabasica.com.:

EM 1970, já separado de Lilian (com quem fez uma dupla de sucesso na Jovem Guarda), Leno preparava-se para lançar pela CBS seu terceiro disco solo, Vida e obra de Johhny McCartney, que deveria ter sido lançado em 1971 - mas só saiu em 1995, pelo selo independente de Leno. Visionário, o disco mostrava algumas novidades para a época: era gravado em oito canais e trazia um som bem mais realista e pesado do que costumeiramente era visto em rock nacional. Além disso, tinha em sua ficha técnica o grupo de rock A Bolha e um desconhecido produtor-compositor-cantor-arranjador, um tal de Raul Seixas... O tal disco, com ares de LP "conceitual", no entanto, ficaria arquivado de 1971 a 1995, quando finalmente seria lançado pelo próprio selo indepedente de Leno, sem muito alarde. Vida e obra de Johnny McCartney, um disco totalmente inovador e contestador, é uma das páginas mais intrigantes da história do nosso rock.

ANTES: Leno, ou melhor, Gileno Azevedo, era mais conhecido pela dupla com Lilian Knapp, na década de 60. Apesar das brigas nos bastidores, a dupla conseguiu emplacar uma série de sucessos, a maioria deles pontos de referência até hoje quando se fala em Jovem Guarda. Sempre que algum cantor "cabeça" quer dar um ar mais popular ao seu repertório, acaba recorrendo a canções como "Devolva-me" (gravada por Adriana Calcanhoto) e "Pobre menina". Alguns desses sucessos eram assinados por Renato Barros, guitarrista do grupo Renato & Seus Blue Caps, amigo de Leno e namorado de Lilian.

A carreira solo de Leno, após o fim da dupla com Lilian, inicou-se com sucessos como "A pobreza" (aquela mesma, do "a garota que eu adoro, por quem tanto choro, não pode me ver.."). Gravando na CBS, o cara acabou tendo contato com um dos produtores da casa, ninguém menos que Raul Seixas, que na época usava o pseudônimo de Raulzito e compunha músicas para Leno & Lilian, Odair José, Ed Wilson e Renato & seus Blue Caps - Raul dizia ter composto cerca de 80 músicas entre 1969 e 1973, sendo que algumas delas se tornaram grandes sucessos, como "Doce doce amor" (Jerry Adriani) e "Sha-la-la" (com o próprio Leno).

O disco que seria Vida e obra de Johhny McCartney só poderia ser pensado, obviamente, após o esvaziamento da estética naif da Jovem Guarda - que levou vários artistas daquele período a se arriscarem em trabalhos arrojados e diferentes do "iê iê iê romântico" da década de 60 - e à separação dos Beatles, que inspirou o título do álbum. Outros detalhes estavam em jogo: o contato de Leno e Raul havia gerado uma série de músicas pesadas, inspiradas no hard rock e na fusão com o soul em voga na época (a banda hard carioca A Bolha acabou sendo chamada para gravar quatro músicas) e Raul, já com um pé fora da "linha de montagem" da CBS, ousou trabalhar quase em parceria com Leno, escrevendo várias letras e fazendo backing vocals além de produzir. "Sentado no arco-íris", uma das faixas, era, segundo Raul, a primeira letra que ele se orgulhava de ter escrito.

O DISCO: Vida e obra de Johnny McCartney até pelo cacife dos músicos envolvidos (imagine a historinha: "músico popular-brega enlouquece e resolve gravar um disco de rock´n roll pesado ao lado de um produtor também tão brega e maluco quanto ele e de uma desconhecida banda rockeira pesada") não poderia mesmo ter feito sucesso. Se lançado em 1971, poderia ter se tornado um disco cultuado. Ouvido hoje, se não soa atual, pelo menos impressiona. Entre músicas de Leno, parcerias com Raul (creditadas a "Raulzito Seixas") e contribuições de amigos, pesca-se um som que tem mais a ver com bandas como Sly & The Family Stone, Beatles pós-67, Cream e Steppenwolf, como na faixa título. Outras faixas seguem essa linha, como "Por Que não?" (plágio descacetado de "All right now", do Free) e a já citada "Sentado no arco-íris", com um marcante riff de guitarra, ritmo inspirado no Cream e uma letra de inspiração gospel, que chega a falar em "gente sem terra, gente sem nome". Segurando a onda de Leno, haviam Renato Barros, Raul Seixas, Paulo César Barros, o pessoal da Bolha (Pedro Lima, Renato Ladeira, Arnaldo Brandão e Gustavo Schroeter) e o grupo uruguaio The Shakers.

Em algumas faixas, Leno voltava ao passado. "Lady baby" trazia um arranjo claramente inspirado nos Beatles e na Jovem Guarda - acabou se tornando, por sinal, uma das poucas músicas do disco a ser lançada em single -, o mesmo acontecendo no rock "Deixo o tempo me levar". De resto... "Pobre do rei", composta por Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, era uma espécie de versão beatle de O rei que não sabia de nada (aquele livrinho infantil que todo mundo leu no colégio) e acabou censurada - Marcos a regravaria no disco Garra com o nome "Jesus meu rei". O rock´n roll "Peguei uma Apollo", pertencente ao repertório da Bolha, acabou sendo uma das poucas a passarem batidas pela censura, que estranhamente não implicou com os versos "mas que coisa sub, sub/envolvida/sub, sub/entendida". O irônico country-rock "Sr. Imposto de renda" (definido no encarte como "a nossa 'Taxman' "), por sua vez, só seria liberado se todos os censores tivessem tomado ácido - assim como em "Não há lei em Grilo city", que trazia versos como "a realidade fere, fere até você e eu (...)/e o xerife aponta, desmonta e conta/John Wayne é o seu herói". Já que a história aponta que os EUA financiavam a ditadura nos países latino-americanos... E a loucura dos censores era tanta que a implicância maior acabou sendo com o verso "bisa comigo", da inocente "Bis" - que encerra o disco junto a uma coda da faixa-título.

Para quem costuma acompanhar a carreira de Raul, uma das músicas é especialmente curiosa: "Convite para Ângela" traz uma melodia idêntica à de "Sapato 36", música que Raul gravaria em 1977 (mas sem crédito para Leno). Já a countryficada "Contatos urbanos", composta por outro produtor da CBS, Ian Guest, era uma espécie de "Sinal fechado" (aquela música do Paulinho da Viola) versão pós-Jovem Guarda. Mesclando inocência jovemguardista, peso, tons político-sociais nada discretos e fortes mudanças de paradigma, Vida e obra de Johhny McCartney foi, no fim das contas, uma das mais interessantes pedras colocadas sobre a tumba do iê-iê-iê.

E DEPOIS?: Das 13 faixas de Johnny McCartney só quatro foram editadas num compacto duplo da CBS: "Johhny Mc Cartney", "Peguei uma Apollo", "Lady Baby" e "Convite para Ângela". Quando a censura deu o golpe fatal no disco, a CBS escutou o conteúdo e determinou o arquivamento do LP. Se o clima tenso e contestador de letras como "Sentado no arco íris" havia desagradado os censores, as melodias nada comerciais (para a época) do LP também não tiveram o menor êxito com a gravadora. Pior: numa mudança de gravadora, ainda nos anos 70, Leno procurou pelo tape e soube por um funcionário da CBS que as fitas originais haviam sido apagadas. Como as fitas masters de discos antigos eram guardadas sem o menor cuidado, era provável que Vida e obra... já tivesse ido parar na lata de lixo.

O disco só foi sair porque, em 1994, o pesquisador musical Marcelo Fróes (aquele mesmo, do International Magazine), achou os tapes originais, guardados em duas caixas empoeiradas nos arquivos da Sony music. Lançado em pequena tiragem no ano de 1995, foi como se não tivesse saído nunca: poucas revistas noticiaram o fato e as rádios não tocaram nada do disco, que hoje está esgotado. Se a censura já havia sacaneado geral, o pior castigo para Leno e seu Johhny McCartney foi terem perdido o trem do reconhecimento, ainda que tardio.


Faixas:
01. Johnny McCartney
02. Por que Não?
03. Lady Baby
04. Sentado no Arco-Íris
05. Pobre do Rei
06. Peguei uma Apollo
07. Sr. Imposto de Renda
08. Não há Lei em Grilo City
09. Convite para Ângela
10. Deixo o Tempo Me Levar
11. Contatos Urbanos
12. Bis
13. Johnny McCartney


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